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25/02 -
“HÁ UMA RAZÃO PARA MATAR BEBÊS”
O rabino Yitzhak Shapira, que foi detido para interrogatório pelo Shin Bet (agência israelense de segurança) devido a sua conexão com o incêndio da mesquita em Yasuf, um vilarejo perto de Nablus, é responsável pela escola Yeshiva “Od Yosef Chai” em Yitzhar, e é um discípulo do rabino Yitzhak Ginsberg que vive em Kfar Chabad. Gisnberg é considerado por acadêmicos do judaísmo moderno como um importante e original pensador da área do hassidut e da cabala e, além disso, ele é bem conhecido pelas suas visões extremadas diante das diferenças fundamentais e inerentes entre judeus e não-judeus, as quais alguns dizem ter um gosto de racismo. No prefácio do controverso livro Torat Hamelech (A Torá do Rei), de autoria de Shapira e do rabino Yosef Elitzur, Ginsberg aponta para a necessidade premente de ressaltar as diferenças fundamentais entre judeus e gentios (como eles chamam os não-judeus, ou goyim, em hebraico): “numa época onde nós somos obrigados a conquistar (a terra de Israel) de nossos inimigos, portanto, nós podemos agir de acordo com as necessidades, dentro do espírito da Torá e então podemos fortalecer o espírito da nação e seus soldados.” Algumas das diretrizes mencionadas no livro, na seção intitulada “Conclusões - Capítulo Cinco: O assassinato de gentis na guerra", inclui a seguinte passagem: “Há uma razão para matar bebês (do inimigo), mesmo se eles não violaram as sete leis de Noé, por causa do futuro perigo que eles possam representar, desde que seja assumido que eles irão crescer para tornar-se diabos como seus pais”. (NA FOTO, UM BEBÊ PALESTINO ASSASSINADO PELO EXÉRCITO DE ISRAEL) Simplesmente nefasta a idéia de assassinar bebês de colo, algo que só pode sair de mentes degeneradas e formadas no mais abjeto fundamentalismo religioso. Para que esta idéia de punição antecipada possa ser aplicada, é necessário preparar a grande massa, retirando lhe qualquer vontade à resistência. Alguns de vocês irão se lembrar do filme “Minority Report”, do cineasta Steven Spielberg - que é judeu - onde possíveis delitos eram evitados eliminando-se antecipadamente o “futuro perigo”. Aqui vemos como Hollywood trabalha em consonância à Nova Ordem Mundial Sionista e seu fundamentalismo religioso. Outros absurdos que exalam desta latrina do ódio podem ser vistos na crítica do ativista judeu Gilad Atzmon, intitulada "The Complete Guide to Killing Non-Jews". Fonte: www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/02/465878.shtml Edição: Ibei
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