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ATENTADO NA GRÃ-BRETANHA

É com apreensão que a comunidade muçulmana de Curitiba – e podemos dizer do Brasil – recebeu as informações de que um atentado a bomba foi planejado na capital britânica e na Escócia. Os dados preliminares que nos chegam a partir de agências internacionais dão conta de que supostos militantes de grupos extremistas, de orientação islâmica, estariam ligados ao fato.

Como muçulmanos e fiéis seguidores dos ensinamentos do Alcorão Sagrado, do Profeta Muhammad (Deus abençoou a ele e a sua Purificada Família e os saudou) e dos Imames Infalíveis, (a.s.) vimos a público repudiar qualquer tentativa de envolver civis inocentes em projetos políticos, econômicos e sociais de quaisquer naturezas, muito menos em atentados violentos. O Islã surgiu para trazer aos homens a palavra do entendimento, do respeito mútuo e da tolerância.

O Islã surgiu, é verdade, para dar, também, alento e inspirar aqueles que lutam para libertar-se da opressão, da injustiça, da miséria física e espiritual. O Islã não coaduna com a tirania e não comunga com a visão dos poderes arrogantes do planeta, que de forma unilateral, querem impor aos povos uma forma única de olhar o mundo e de organizar a sociedade e a economia.

Contudo, esta luta, que é a luta de todos os Profetas (a.s.) e reformadores ao longo da história humana, não implica em atentar contra a vida de inocentes. A batalha pela justiça tem sua ética. Até mesmo os conflitos armados têm suas regras. E o Nobre Profeta Muhammad (s.a.a.a.s) deixou bem claro que os muçulmanos têm o direito sagrado de defender-se, mas nunca de iniciar um conflito. Mulheres, crianças e idosos devem ser poupados da batalha. Além disso, quando o inimigo oferece a oportunidade da paz, ela deve ser imediatamente aceita.

Renovamos, portanto, o nosso repúdio a toda e qualquer tentativa de infringir danos à integridade física daqueles inocentes que vivem seu quotidiano em paz. E alertamos ao público para que fique alerta quanto às tentativas de incriminar os muçulmanos em geral por atos que são cometidos, em nome do Islã, por minorias desorientadas, mal-intencionadas e, muitas vezes, teleguiadas pelos mesmos poderes arrogantes que, atualmente, levam a guerra, a morte, a miséria e a desesperança para milhares de muçulmanos no Oriente Médio.

 

 

 


 

 

 
Zul Hijjah de 1438





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