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A ARMA DA MENTIRA

“Todas as vilanias

foram dispostas em uma mansão

e a mentira foi disposta

como a sua chave” - Abu Muhammad Al-‘Askari

O planeta atravessa uma fase deveras preocupante. Os grandes poderes do mundo têm usado da mentira, de forma sistemática e inescrupulosa, como arma para a consecução de conquistas de ordem política e econômica. Para tanto, criam estratagemas complexos, lançam mão de uma estrutura propagandística intrincada e global, denegrindo a imagem daqueles que consideram seus “inimigos”. Após ampla e massiva lavagem cerebral, depois de terem enganado a todos, sobrevém a guerra, o assassinato de inocentes, o padecimento de populações inteiras.

Os povos da Palestina, Afeganistão e, mais recentemente, do Iraque, são vítimas deste tenebroso e mortal jogo de poder. A mentira faz dos palestinos, afeganes e iraquianos, que lutam para libertar sua terra da opressão, terroristas frios. Já os poderes arrogantes do mundo, que empregam a mais sofisticada tecnologia militar para invadir, ocupar e destruir o território alheio, são qualificados de “humanistas”, “democráticos”, “libertadores”. Do alto de sua prepotência, utilizam uma pretensa superioridade moral como subterfúgio para escravizar as nações. Por fim, disseminam a discórdia e os sectarismos, aproveitando-se do caos para lucrar.

A vítima da vez é a República Islâmica do Irã. Soberanamente, a marinha do país capturou 15 marinheiros que, ilicitamente, realizavam manobras militares em suas águas territoriais. Aos prisioneiros está sendo prestado um tratamento humano e cordial. Eles têm acesso aos meios de comunicação e quase que diariamente aparecem nos vídeos do mundo inteiro, reconhecendo os erros do governo a que, desafortunadamente, servem. Algo muito diferente das pilhas de corpos nus de Abu Ghraib, reduzidos à condição de joguete nas mãos de dementes sado-masoquistas, ou da humilhação a que são sujeitos os prisioneiros de Guantánamo, incomunicáveis e, invariavelmente, filmados ao longe, às escondidas, passando as poucas horas que podem ao sol com as mãos acorrentadas para trás.

Na recente crise envolvendo a detenção dos espiões britânicos em águas territoriais iranianas, tem-se claramente, a definição de dois campos cultural e eticamente diversos. De um lado, temos Estados Unidos e Grã-Bretanha, potencias globais dominadas por governos conhecidos e reconhecidos mundialmente como mentirosos. Armaram ambos, há não muito tempo atrás, um grande teatro, justificando com mentiras, para o mundo inteiro, que era necessário invadir o Iraque, pois seu ditador desenvolveria armas de destruição em massa. Até uma ligação do regime anterior iraquiano com a Al-Qaeda foi inventada. O mundo inteiro está, hoje, sabendo que tudo não passou de falsas afirmações. As armas de destruição em massa não foram encontradas e, ironia das ironias: manipuladas por aqueles que dizem ser seus “defensores”, voltam-se contra os iraquianos, que morrem às dezenas, diariamente.

Do outro lado, temos a República Islâmica do Irã, um país muçulmano. Uma nação que, há quase três décadas, decidiu dizer não, de forma soberana e altiva, aos ditames emitidos de fora de suas fronteiras. Habitado por um povo orgulhoso de sua cultura que remonta a dez mil anos, que se levantou contra o regime opressor do Xá Reza Pahlavi e em seu lugar instalou o primado da piedade e da justiça social. Um país que decidiu trilhar de maneira autônoma a busca do progresso científico e tecnológico, que estabeleceu um regime democrático baseado na Palavra Divina. E que mostrou a todo o planeta que a administração das coisas do mundo deve ser orientada por diretrizes de ordem superior, infensas às injunções falhas da natureza humana. Esta é a verdade. Uma verdade que a arrogância, a prepotência e a hipocrisia não conseguirão apagar.

 


 

 

 
Zul Hijjah de 1438





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